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Ergonomia nos postos de trabalho melhora eficiência

Postos de trabalho ergonômicos são essenciais para melhoria da produtividade e para a saúde do trabalhador.


A ergonomia é conhecida como o estudo da relação do homem com seu ambiente de trabalho. Ou seja, é a parte responsável pelo bom desempenho do trabalhador, enquanto executa suas funções, sem riscos para a saúde. É considerada uma ciência multidisciplinar que envolve aspectos de anatomia, fisiologia, antropometria, psicologia, engenharia, desenho industrial, informática, entre outras coisas, e tem por finalidade utilizar a união dessas diferentes áreas em prol da segurança, eficiência e conforto do trabalhador.

 

Mas não pense que a ergonomia é algo que surgiu recentemente. Desde o momento em que homem primitivo, na necessidade de proteção e sobrevivência, passou a construir utensílios que se adaptavam às suas necessidades, fazendo o menor esforço e com o máximo possível de conforto, considera-se que ela tenha surgido.

 

E, no mundo moderno, esse grande boom aconteceu durante a Segunda

Guerra Mundial. Para buscar armamentos que se adaptassem melhor às necessidades dos soldados no campo de batalha, a ciência ganhou força, e muitos estudos passaram a ser realizados no intuito de entender melhor o funcionamento do corpo humano, e ainda, como os objetos poderiam ser construídos para se ajustarem satisfatoriamente a cada pessoa.

 

Com o tempo, cada vez mais as empresas passaram a se preocupar com os aspectos de ergonomia de seus produtos e, hoje, essa é uma preocupação constante em todo o tipo de indústria. E o fascinante é que ela está em constante mudança e aprimoramento.

 

Afinal, há um processo contínuo de mudança antropométrica da população mundial, ou seja, mudanças de peso, estatura, hábitos, etc.

 

A ergonomia na indústria

 

A ergonomia, portanto, interfere diretamente em questões como a postura do trabalhador em determinadas funções, no excesso ou falta de iluminação adequada, volume de sons que podem ser prejudiciais à audição, movimentos repetitivos, entre outros que podem causar sérios danos à saúde, eliminando até a possibilidade de o trabalhador permanecer em seu posto.

 

Além disso, não somente o ambiente, mas também os equipamentos e máquinas operadas devem estar sempre de acordo com as regras da ergonomia.

 

E como controlar?

 

Para que essas medidas sejam tomadas de forma correta, a norma regulamentadora nº 17, do então Ministério do Trabalho e Emprego, foi criada com o objetivo de ajustar essa prática, garantindo o bem-estar do trabalhador. Ela estipula que as máquinas e equipamentos devem ser projetados, construídos e operados sempre levando em consideração a necessidade psicofisiológica de quem está operando. Ou seja, sempre oferecendo conforto e segurança.

 

Por meio da NR-12, que nada mais é do que uma extensão da NR-17,que explicita alguns pontos da Norma Reguladora, desde dezembro de 2010, são obrigatórios aspectos ergonômicos para todos os equipamentos e máquinas, um cuidado que todas as empresas devem ter constantemente em seus parques fabris.

 

Porém, muito mais do que uma lei, proporcionar ergonomia para os trabalhadores é propiciar maior longevidade e disposição no trabalho, gerando, consequentemente, maior produtividade e qualidade

nos produtos.



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